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Home > Revista > Edição nº 90 > Bares
22 de Outubro de 2008Bares
* Preços coletados até outubro de 2008
Veja também • Conheça os jurados
• Quadro: Como eles votaram
O melhor boteco
Silvio's Bar
O balcão em forma de U: ponto de encontro de políticos, estudantes e profissionais liberais Quem não conhece a casa pode se perguntar por que este bar modesto, localizado num bairro residencial, atrai uma clientela cativa desde que foi inaugurado, há 36 anos. O segredo da longevidade está nas panelas, de onde saem receitas caprichadas feitas pela proprietária, Maria da Piedade Gonçalves. Em companhia do marido, Silvio, que faleceu há poucos meses, ela abriu um negócio que misturava boteco e salão de cabeleireiro. E chegou mesmo a exercer jornada dupla nos primeiros anos. De manhã cortava o cabelo dos clientes, à tarde comandava a cozinha do bar, enquanto o marido atendia no balcão, no antigo endereço da Rua 28 de Setembro, no mesmo bairro, onde a casa funcionou por trinta anos. Entre os petiscos campeões, serve pernil acebolado, costelinha bovina, carne-de-sol com mandioca, lambari frito, além da especialidade da casa, o jiló à milanesa em crosta de parmesão. Combinados com um dos vinte tipos de cachaça ou com as cervejas geladas (Skol, Brahma, Original e Serramalte), são o ponto forte desse tradicional boteco, considerado o melhor da cidade pelos jurados de VEJA Belo Horizonte. O balcão em forma de "U", rodeado por quarenta banquetas, recebe um público variado, composto de estudantes, médicos, políticos e jornalistas, na sua maioria. Há, ainda, mesas espalhadas pela calçada e na garagem anexa, que costumam encher especialmente aos sábados, dia da famosa feijoada. Nos outros dias da semana, dona Maria serve um prato específico a cada noite: na segunda tem vaca atolada, seguida de canjiquinha com costelinha, rabada com agrião e arroz, polenta com carne moída e parmesão, e, na sexta, feijão-branco com dobradinha.
Rua Begônia, 199, Esplanada,
(31) 3482-3001. 17h/0h (sáb. a partir das 12h; fecha dom.). T.: T e V. Entrega em domicílio. Aberto em 1972.
A melhor carta de cachaças
Via Cristina
Prateleira lotada: 412 marcas de diversas procedências A casa, que vinte anos atrás operava como um restaurante de bufê por quilo no almoço, tornou-se um ponto reconhecido graças à carta de cachaças, que tem 412 marcas. O dono, Miguel Murta, começou a trazer os primeiros rótulos da região do Vale do Jequitinhonha sempre que visitava a família. Aos poucos a lista foi crescendo e incorporando marcas de todo o país – os clientes devem pedi-las pelo número. Tamanha variedade fez o júri de VEJA Belo Horizonte conceder à casa o título de a melhor carta de cachaças da cidade. Expostas em prateleiras atrás do balcão, as bebidas, todas servidas em doses, na maioria são de procedência mineira, como a Canarinho, a Pirajibana e a Anísio Santiago (Salinas), a Germana 10 anos (Nova União) e a Dama de Ouro (Araçuaí), mas também há marcas de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de outros estados. A dica é pedir a tábua de cachaças, que serve meia dose de seis marcas. Para combinar com as aguardentes, há torresmo de barriga na brasa com espetinho de mandioca, pastel de massa de mandioca recheado com camarão e churrasco completo, em que o cliente escolhe a carne (picanha, lombo, frango, carne-de-sol), acompanhada de arroz, feijão-tropeiro, batata frita, farinha e vinagrete. Serve, ainda, chope Brahma e cervejas de 600 mililitros (Antarctica, Bohemia, Brahma, Original, Serramalte e Skol).
Rua Cristina, 1203, Santo Antônio,
(31) 3296-8343. 18h/último cliente (sáb. e dom. a partir das 11h; fecha seg.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. T.: C, T e V.
www.viacristina.com.br. Aberto em 1989.
O melhor chope
Choperia Albano's
Check-list: 32 procedimentos para garantir a qualidade da bebida A choperia está de visual novo, depois da reforma que exigiu seu fechamento durante um mês. Mais iluminado e confortável, com revestimento acústico, móveis novos e piso de ladrilho hidráulico, o ambiente destaca a coleção de 1 200 pingüins, reunidos ao longo de doze anos pelo proprietário, Rodrigo Ferraz. O cardápio também foi renovado, mas o chope Antarctica, servido a zero grau, continua imbatível, eleito pela décima vez o melhor da cidade, de acordo com o júri de VEJA Belo Horizonte. Desde a saída da fábrica até o momento de servir, a bebida passa por um check-list de 32 procedimentos. O principal deles é o período de descanso em câmara fria, por 48 horas, para então ir à mesa em tulipas refrigeradas com três dedos de creme. A casa vende cerca de 16 000 litros da bebida por mês. Além do claro, tradicional, há outras nove versões, incluindo o escuro, o direto e misturas como o ferrugem (chope claro com creme escuro) e o pingado (chope escuro com cremes claro e escuro). Das novidades do cardápio, há receitas de bares tradicionais de São Paulo, oferecidas por tempo limitado. Entre elas, a coxinha do Frangó e a costela patriarca, assada na brasa por 24 horas, servida com vinagrete, cebola caramelada e polenta frita. Para beliscar, o balcão de antepastos por peso tem uma variada seleção de queijos, embutidos, frutos do mar marinados, alho assado, salmão e outras delícias.
Rua Pium-í, 611, Anchieta,
(31) 3281-2644. 18h/1h (sáb., dom. e feriados a partir das 15h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V.
Manobr. (R$ 5,00). Ar.
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Entrega em domicílio. www.albanos.com.br. Aberto em 1996.
O melhor fim de noite
Bolão
Na calçada: cerveja e cozinha aberta até as 6 da manhã As paredes do bar são cobertas por fotos e discos de ouro e de platina doados por clientes famosos, como as bandas Sepultura, Skank e a turma do Clube da Esquina. No salão e na calçada, as mesas de plástico são ocupadas por um público cativo, que quer curtir a noite sem olhar para o relógio. A cozinha fecha às 6 horas, quando os últimos clientes começam a dar pistas de deixar o bar, que pela décima vez leva o prêmio de melhor fim de noite, de acordo com o júri de VEJA Belo Horizonte. Os donos e funcionários tiveram de se adaptar ao horário da casa. José Maria Rocha, o Bolão, faz o turno das 3 horas ao meio-dia. Filho dos fundadores, ele é um dos nove irmãos que herdaram o negócio, hoje conduzido por alguns netos. No início, a casa funcionava como restaurante durante o dia e vendia salgados e pastéis à noite. Em 1972, passou a servir espaguete de madrugada, ganhando fama entre os boêmios. O prato continua entre os mais pedidos, com opções de molho à bolonhesa, ao alho e óleo, entre outras. Vale, ainda, provar o rochedão (arroz, feijão, ovo, fritas e uma carne à escolha) e o mexido (arroz, feijão, lingüiça, torresmo, ovo, bacon, couve ou fritas). Para beber, serve chope Brahma e cervejas (Antarctica, Bohemia, Brahma, Original, Serramalte e Skol). Até o encerramento desta edição, o endereço da Rua Mármore estava fechado para reforma, sem data para reabrir.
Praça Duque de Caxias, 288, Santa Tereza,
(31) 3463-0719. 11h/último cliente (dom. até 18h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T e V. T.: C, T e V.
Entrega em domicílio (R$ 1,50 a R$ 15,00); Rua Mármore, 695, Santa Tereza,
(31) 3482-4433. 11h/1h (fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T e V. T.: C, T e V.
Entrega em domicílio. www.restaurantebolao.com.br. Aberto em 1961.
A melhor happy hour
Balaio de Gato
Lá no fundo: após a lojinha, espaço para curtir
o fim de tardeNão pense que errou de endereço. Ao chegar ao casarão – um imponente sobrado tombado pelo Patrimônio Histórico – é preciso passar pela lojinha de decoração, colorida, repleta de peças de artesanato, para então alcançar o bar, instalado no quintal do sobrado e chamado de "cantina" pelas proprietárias. As irmãs Leca e Lu Alvim não esperavam que seu ateliê de pintura de vitrais um dia se tornaria o melhor endereço da capital mineira para curtir a happy hour, segundo o júri de VEJA Belo Horizonte. O bar começou a funcionar durante um bazar de Natal, quando um amigo pediu para improvisar um balcão no quintal e vender cerveja. A idéia pegou e as irmãs decidiram aproveitar os fundos da casa para montar o negócio, batizado de Balaio de Gato por unir gastronomia e arte. Do ano passado para cá, o espaço, freqüentado por artistas, designers, estudantes e jornalistas, foi ampliado em trinta lugares. Da cozinha saem porções como a de pastel de siri com camarão, a bacalhoada a palito (lingüiça de bacalhau refogada no azeite com batatinhas com casca) e a tilápia três pingos (peixe grelhado servido com molhos separados de azeitona, pesto de rúcula e iogurte com pepino). Dos drinques do cardápio, prove a caipirinha de limão capeta com gengibre e a de carambola com pimenta-rosa. Para garantir lugar, é bom chegar cedo: o local não aceita reservas e fecha cedo, pois as donas fazem questão de garantir silêncio à vizinhança.
Rua Piauí, 1052, Funcionários,
(31) 3213-9374. 17h30/23h30 (sáb. 12h/18h; fecha dom. e seg.). Cc.: M. Cd.: M e R.
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www.obalaiodegato.com.br. Aberto em 2004.
O melhor para petiscar
Salsa Parrilha
Carne de lata com pimenta e
mel, no pão ciabatta: receitas inspiradasTânia Safar, a Taninha, cresceu vendo a mãe, Cida, administrar o negócio da família, um misto de mercearia e restaurante self-service, que funcionou durante anos no mesmo local onde hoje funciona o bar. Quando Cida precisou mudar de ponto, a filha e o então namorado (hoje, apenas sócio), Roberto dos Santos Ferreira, tiveram a idéia de transformar o lugar num boteco. Do antigo estabelecimento, restou apenas o piso de ladrilho hidráulico, que contrasta com a decoração de ares moderninhos, composta de obras de artistas plásticos locais, e que muda todo mês. A reforma cumpriu o desafio de tornar acolhedor o reduzido espaço, que tem mesas que avançam pela calçada e, como ponto forte, o cardápio de tira-gostos. Na eleição de VEJA Belo Horizonte, a casa foi eleita o melhor bar para petiscar da cidade. Mesmo sem ter feito nenhum curso na área de gastronomia, Tânia cria receitas como a carne de lata com pimenta e mel, servida com pão ciabatta; o lombo defumado com molho de cachaça e limão; e os sanduíches grelhados no pão sírio, em que o cliente escolhe até cinco ingredientes para compor o recheio. Todas as noites, o bar ainda monta um bufê por quilo com cerca de vinte itens frios, como queijos, embutidos, legumes marinados e pastas árabes, além de três pratos quentes. Sábado é dia de feijoada e de frango com quiabo. Para beber, há boa variedade de cervejas, incluindo as marcas Therezópolis, Devassa, Paulaner e Erdinger, e caipirinhas e drinques como o el matador (absinto, tequila, limão e açúcar com sal na borda do copo).
Rua São Domingos do Prata, 453, Santo Antônio,
(31) 3225-7758 e 2552-5858. 12h/14h30 e 17h/2h (sáb. sem intervalo; fecha dom.). Cd.: M, R e V. T.: Cr, C, T e V.
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Aberto em 1994.
A melhor música ao vivo
Vinnil Cultura Bar
Programação variada: do chorinho ao rock Poucos bares na cidade têm a proposta de oferecer uma programação musical tão variada, que vai do chorinho ao rock. Os shows acontecem no piso superior de um sobrado, isolado acusticamente para receber até 200 pessoas sem incomodar a vizinhança. O cuidado na seleção das bandas, a qualidade técnica do som e a intensa programação garantiram à casa o título de a melhor música ao vivo da cidade, pelo júri de VEJA Belo Horizonte. O local reúne diferentes tribos. Os fãs de samba aparecem nas terças (banda Odilara) e quintas (Briga de Galo). As noites de quarta-feira são dedicadas aos anos 80, com a banda Chevette Hatch. Nas demais, revezam-se no palco grupos de pop rock, blues, jazz, MPB e outros ritmos. Para conseguir mesa é preciso chegar cedo. Os shows começam duas horas depois da abertura da casa. Além do chope Brahma e das cervejas nacionais e importadas, a sugestão de drinque é o bolshoi (vodca e licor de cassis). Para petiscar, duas pedidas campeãs são a porção de lingüiça de cordeiro flambada no uísque e as iscas de filé mignon com cebolas marinadas no molho shoyu, servidas com fritas.
Rua Inconfidentes, 1068, Savassi,
(31) 3261-7057. 21h/3h (ter. e qua. 20h/2h; dom. 17h/0h; fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Couvert art.: R$ 5,00 a R$ 20,00. Ar.
www.vinnil.com.br. Aberto em 2004.
O melhor para dançar
A Obra Bar Dançante
Em construção: decoração temática e som que
vai do punk ao hip hopAqui, não adianta chegar antes da 1 da manhã. Nesse horário, as pessoas estão deixando outros bares e começam a se preparar para cair na pista da casa, novamente eleita pelos jurados de VEJA Belo Horizonte o melhor bar para dançar na cidade. Ninguém tem pressa de chegar, pois o clube funciona até o último cliente e começa a esquentar, literalmente, na alta madrugada. Pequeno e abafado, o bar não chama a atenção de quem passa na rua, já que está instalado no subsolo de um edifício. O nome faz referência à proposta da casa, planejada como se ainda estivesse em construção, com paredes e pisos mal-acabados. A casa recebe bandas locais e de todo o país e ainda abre espaço para a música independente (às quartas, com o projeto Quarta sem Lei), por isso ocupa lugar de destaque no cenário alternativo da cidade. No minúsculo palco, o som das bandas é variado, com destaque para indie e punk rock, black music, hip hop e anos 80. A dica é ficar atento à programação, pois o público varia muito conforme a atração. Sextas e sábados têm as noites mais concorridas, quando a pista é comandada por DJs que privilegiam a música eletrônica. Para beber, além da caipirinha especial, feita com cachaça Germana, o bar apresenta uma extensa carta de cervejas nacionais e importadas, como Devassa, Eisenbahn, Baden Baden, Therezópolis, Erdinger, Stella Artois, Hollandia e Guinness.
Rua Rio Grande do Norte, 1168, Savassi,
(31) 3261-9431. 22h/último cliente (fecha dom. a ter.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 6,00 a R$ 12,00. Calefação.
www.aobra.com.br. Aberto em 1997.
O melhor para ir a dois
Pacífico Bar Café
Intimista: tijolos à vista e apenas 56 lugares Do alto da Rua Santa Maria de Itabira, avista-se uma casa colorida, à qual se chega descendo um lance de escada. A localização pitoresca, em nível abaixo ao da rua, tinha tudo a ver com a proposta inicial do imóvel, que abrigava o escritório de arquitetura de um dos fundadores. Decorado com peças de demolição, ladrilhos hidráulicos, um antigo vitral e parede de tijolos à vista, o espaço intimista, de apenas 56 lugares e freqüentado majoritariamente por um público entre 30 e 40 anos, foi considerado o melhor bar para ir a dois, prêmio que dividiu com o Hermengarda, na votação dos jurados de VEJA Belo Horizonte. Além das mesinhas, há um balcão de madeira com doze banquetas altas que, embora sirva de área de espera, é o cantinho preferido de muitos casais para curtir a noite. Os atuais proprietários, Marco Aurélio Pereira e Vitor Leandro da Silva, eram garçons da casa desde a inauguração, e há quatro anos compraram o bar. Curioso é que até hoje eles fazem questão de atender os clientes no salão, anotando pedidos e servindo os pratos. Do cardápio de petiscos, os mais solicitados são a isca de filé ao molho gorgonzola, o bolinho de bacalhau e a casquinha de siri. A fondue de filé ao vinho, com pães, queijos e molhos (para duas pessoas), é outro sucesso do cardápio. Há, ainda, opções de pratos de carnes, peixes e massas. Para beber, a carta lista cerca de 35 rótulos de vinhos nacionais e importados, além de uísque, cervejas e coquetéis.
Rua Pains, 33, Sion,
(31) 3225-1558. 19h/último cliente (fecha seg.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V.
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www.pacificobarcafe.com.br. Aberto em 1994.
O melhor para paquerar
Entre Folhas
Turmas e casais: flertes em meio a luz baixa
e rock'n'rollNa casa de dois andares, arborizada e com ambientes ao ar livre, é possível se acomodar nas mesas da varanda, no piso superior. Mas é na parte de baixo, onde ficam o bar e os aparelhos de TV de plasma nos quais são transmitidos shows e clipes, que o público se instalada nas mesas de madeira para conversar, petiscar e, claro, paquerar. O ambiente está repleto de quadros de astros do rock e objetos curiosos que os proprietários, dois amigos de infância, ganham de amigos e vão acrescentando à decoração. A casa é freqüentada por turmas jovens, entre 20 e 30 anos, que aproveitam o clima de azaração propiciado pela iluminação baixa e pela seleção musical que privilegia o rock. De acordo com o júri de VEJA Belo Horizonte, a casa divide com o Graças a Deus o título de o melhor bar para paquerar na cidade. As noites mais disputadas são as de sexta e sábado, a partir das 22 horas. Para petiscar, prove a porção de lingüiça de vitela com mandioca cozida e manteiga de garrafa, ou a costelinha defumada com mandioca frita e molho barbecue. Entre as bebidas, além das cervejas Brahma e Original, de 600 mililitros, há long neck das marcas Bohemia, Stella Artois e Kronenbier e caipirinhas de abacaxi com amora e tangerina com caju, preparadas com cachaça, vodca ou saquê.
Rua Major Lopes, 709, São Pedro,
(31) 3281-4166. 19h/1h30 (dom. 16h/0h; fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Couvert: R$ 3,00.
Aberto em 1998.
O melhor para paquerar
Graças a Deus
Bicampeão: azaração ao som de reggae e black music Música, religião e esporte são o mote para a decoração e o clima da casa, comandada por três publicitários. No imóvel residencial, adaptado para abrigar o bar, os ambientes são coloridos e decorados com fotos de jogadores de futebol, santos, velas, garrafas de cerveja e flâmulas de times. Tem capacidade para receber até 200 pessoas, que formam fila na porta para ouvir ritmos como rock, reggae e black music, beber cervejas importadas e descolar uma companhia no ambiente propício à paquera, especialmente no balcão de madeira comunitário. Num repeteco da edição do ano passado, o bar foi eleito o melhor para paquerar na cidade, dividindo o pódio com o Entre Folhas, de acordo com os jurados de VEJA Belo Horizonte. Domingo, quando a casa abre mais cedo, tem a noite mais concorrida. Entre os petiscos, as sugestões são o lagarto ao molho de vinho com ameixas e os nachos com guacamole, queijo e feijão apimentado. Vende mais de trinta marcas de cervejas nacionais e importadas, com destaque para as alemãs e belgas, como Deus, Hoegaarden e a Weihenstephaner, todas servidas em seus copos originais. Criação da casa, o drinque GaD leva vodca, morango e espumante. Outro sucesso do cardápio de bebidas é o irish car bom, que combina três bebidas irlandesas: cerveja Guinness, uísque Jameson e licor Baileys. O resultado é um drinque espumante, para beber de um só gole.
Rua Padre Odorico, 68, São Pedro,
(31) 3282-6318. 19h/último cliente (sáb. e dom. a partir das 16h; fecha seg.). Cd.: M, R e V. Couvert: R$ 5,00 (qui. a dom.).
www.gracasadeus.com.br. Aberto em 2003.