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Home » Revista » Edição nº 198 » Bares
01/10/2007Bares
* Preços coletados até setembro de 2007
• O melhor boteco • Prêmio tradição • O melhor para petiscar • A melhor música ao vivo • O melhor chope • O melhor para dançar • O melhor fim de noite • O melhor para paquerar • A melhor happy hour
Veja também • O júri e seus votos
• Os eleitos, por especialidade
Estabelecimento
Roda de samba: acompanhamento perfeito para a cerveja gelada e petiscos saborosos Cerveja gelada, petiscos saborosos e ambiente agradável. Congregar com maestria esses três elementos significa chegar muito próximo do que se entende como o boteco perfeito. Pois o Estabelecimento consegue essa façanha e foi eleito pelo júri de VEJA Belo Horizonte o melhor da cidade nessa especialidade. No bar, tudo tem o jeito do proprietário, Olívio Cardoso Filho. Dos balcões em torno das árvores, elaborados e executados por ele, aos objetos antigos que decoram a casa, muitos doados por freqüentadores. Uma vitrola da década de 60 divide atenções com um pôster de Roberto Carlos e muitos badulaques antigos. Completa a decoração um desenho a giz dos pais do proprietário, feito pelo irmão de Olívio, que é artista plástico. Se a ambientação já é saborosa, a comida não fica atrás. Criados e preparados pelo proprietário, os cerca de vinte petiscos do cardápio movimentam a pequena cozinha. Um dos destaques são as alcatrinhas à movediça (tirinhas de alcatra na manteiga, com cebola, pimentão e lingüiça calabresa sobre angu de batata-baroa), a R$ 17,00. Também faz sucesso o bolinho de arroz com queijo, receita de família que Olívio trouxe para o bar. Às quartas, oferece um mexido leve, preparado com azeite, cebola-branca e roxa, ovos, lingüiça de frango e de porco e couve (R$ 9,00). Para fechar a trilogia, a cerveja, sempre gelada, custa entre R$ 3,30 e R$ 3,80 a garrafa. Aos sábados, o grupo Candeeiro lota a casa com samba, das 16 às 21 horas.
Rua Monte Alegre, 160, Serra,
9666-1569. 18h/1h (ter. a sex.); e 12h/1h (sáb.). Couvert art.: R$ 5,00 (sáb.).
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Aberto em 2004.
Chef Tulio
Neto de italiano, o chef Tulio Montenegro freqüenta a cozinha desde a infância. Aos 6 anos, já enrolava e cortava massa com a avó. A faculdade de relações públicas foi custeada com a renda do seu Bar e Mercearia Montenegro. Os petiscos que serve no Chef Tulio – eleito o melhor bar para petiscar na cidade, segundo o júri de VEJA Belo Horizonte – têm influência dos dezessete anos que passou nos Estados Unidos. No exterior, trabalhou com a culinária de doze países, fez cursos de gastronomia e se tornou membro da Federação Americana de Culinária. A filosofia de Tulio é servir petiscos elaborados e de custo acessível. O chef reformulou o cardápio para oferecer tira-gostos preparados com ingredientes de cada época. Assim, espera transformar clássicos da cozinha internacional em caprichados petiscos de boa relação custo-benefício. O prato de destaque no cardápio atual é o 100 anos de alegria (R$ 17,95). Elaborado para homenagear a torcida do Atlético, que completa o centenário em 2008, o prato leva filé de peito de frango ao molho de palmito e é servido com arroz negro e vagem na manteiga. Sobre o filé, vai um escudo comestível do clube. Se a idéia é sentar-se na praça onde está o bar e provar um dos petiscos campeões, uma boa escolha é o músculo sarado (carne cozida com vinho tinto e vinho de jabuticaba, acompanhada de pão italiano), a R$ 16,95. Para beber, escolha entre chope e cerveja (R$ 3,30 a R$ 6,80).
Cem anos de alegria (no detalhe): prato criado para homenagear o centenário do Atlético
Praça Estevão Lunardi, 23 (na Avenida Silviano Brandão), Horto,
3481-7724. 11h/15h30 (seg. a sex.); 17h/1h (ter. a sex.); 12h/0h (sáb.); e 12h/18h (dom. e feriados). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T e So. T.: C, T e V.
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www.cheftulio.com.br. Aberto em 1995.
Choperia Albano's
Hegemonia: nove vezes campeão na especialidade Com pouco mais de dez anos, a casa arrebata pela nona vez o título de melhor chope da cidade, de acordo com o júri de VEJA Belo Horizonte. Não é para menos. Quando foi montar a casa, o empresário Rodrigo Ferraz teve como consultor o proprietário de uma choperia de Ribeirão Preto que figura entre as mais reconhecidas do país na arte de servir chope. O resultado é apreciado por freqüentadores de todas as idades, que aproveitam o fim de tarde ou o jogo de seu time, reproduzido em telões, para saborear a bebida. Antes de chegar à mesa, o chope é armazenado em uma câmara fria por, no mínimo, 48 horas e servido a exato zero grau com os clássicos três dedos de creme. Há dez versões da bebida, como o direto claro, apenas creme, e a curiosa mistura de cremes escuro e claro trançados (R$ 3,20). A varanda é ideal para as noites quentes e a happy hour. De suas mesas, avista-se boa parte do movimento da Rua Pium-í, reduto da balada belo-horizontina. A decoração inclui uma prateleira com latinhas de cerveja de todo o mundo. Espalhadas pelo ambiente, imagens de pingüins de diversas formas e tamanhos fazem referência à choperia de Ribeirão Preto. Para comer, o cardápio oferece pastéis, grelhados, pratos germânicos, carpaccios, frutos do mar, saladas, bruschettas e sanduíches, entre outros. A sugestão é o mix de bolinhos, que inclui quibe e bolinhos de frango com catupiry, de carne-de-sol, de carne e pasteizinhos (R$ 23,80).
Rua Pium-í, 611, Anchieta,
3281-2644. 18h/1h (seg. a sex.); e 15h/1h (sáb., dom. e feriados). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Ar.
Entrega em domicílio. www.albanos.com.br. Aberto em 1996.
Bolão
Aberto 24 horas: point da moçada da manhã ao fim de noite Nove parece ser um número especial para a casa. Com nove sócios, todos irmãos, é a nona vez que fatura o prêmio de o melhor fim de noite do júri de VEJA Belo Horizonte. Ainda que pareça contraditório, já que a marca da casa é atravessar madrugadas sem fechar as portas, o Bolão é uma empresa familiar. Começou com o casal José da Rocha Andrade e Maria dos Passos Rocha, incorporou seus nove filhos e, hoje, já é trabalho de alguns dos netos. A cozinha, que no início servia pastéis e quibes, por idéia do irmão que dá nome ao estabelecimento, passou a fazer o famoso espaguete da casa, oferecido em cinco variações (bolonhesa, ao forno, na manteiga, ao alho e óleo e à moda), de R$ 7,80 a R$ 14,00. Outra boa opção é o mexido (R$ 8,00 ou R$ 5,50), que leva arroz, feijão, torresmo, lingüiça, ovo e bacon. O cliente pode optar por acompanhá-lo com couve ou fritas. Na unidade mais antiga, com capacidade para 300 pessoas, o público se acomoda ao lado da Praça Duque de Caxias. Nas paredes, é possível ver discos de ouro de artistas nacionais, como Skank e Sepultura – e, caso o cliente tenha sorte, pode encontrar seus integrantes jantando na casa vez ou outra. Também voltam ao restaurante que já foi sua parada habitual alguns membros do Clube da Esquina. Para beliscar, a porção diretoria leva filé, queijo pachá, frango empanado, lingüiça e fritas (R$ 24,50). A cerveja (R$ 3,00 a R$ 3,60) e o chope da Brahma (R$ 2,40) são as bebidas mais pedidas.
Praça Duque de Caxias, 288, Santa Tereza,
3463-0719. 24 horas. Fecha das 18h do domingo às 11h da segunda. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T e V. T.: C, T e V.
Entrega em domicílio (R$ 1,50 a R$ 15,00, 11h/3h). Rua Mármore, 695, Santa Tereza,
3482-4433. 11h/1h (ter. a dom). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T e V. T.: C, T e V.
Entrega em domicílio. www.restaurantebolao.com.br. Aberto em 1961.
Café com Letras
Misto de café e livraria: referência artística em BH As mesinhas na entrada e no jardim-de-inverno da casa antiga que abriga o Café com Letras são um convite à happy hour. Nelas, a transformação da tarde em noite se torna mais poética. Mas, se faltar inspiração, é possível recorrer a um dos mais de 4 000 títulos à venda na livraria dessa eclética casa. Ela é tão diversificada que já foi eleita em edições anteriores de VEJA Belo Horizonte a melhor da cidade em seis categorias: música ao vivo, para ir a dois, paquera, pão de queijo, cafeteria e happy hour -- título que recebe dos jurados pela terceira vez neste ano. O misto de café e livraria é ponto de efervescência cultural. As mesas, dispostas em cinco ambientes, muitas vezes disputam espaço com as estantes de livros. A casa é freqüentada por um público que aprecia a proximidade com a cultura. Além dos livros, o Café com Letras se relaciona com outras expressões artísticas e culturais – e tornou-se um promotor do gênero na cidade. Seu proprietário, Bruno Golgher, estendeu a experiência a uma produtora de eventos culturais. Levam sua assinatura projetos anuais como o Festival de Inverno da Savassi e o Savassi Festival Jazz & Lounge, que traz músicos nacionais e internacionais para shows gratuitos na rua em frente ao Café, sempre em agosto. Às quintas e sextas-feiras, há apresentações de DJs e, aos sábados e domingos, de bandas de jazz. Para acompanhar o som, há quitutes como os canapés de french toast com salmão defumado e azeite de ervas (R$ 12,50 com oito unidades). Para beber, a sugestão é o drinque cosmopolitan, feito com vodca, triple sec, cherry brand e cerveja (R$ 8,50).
Rua Antônio de Albuquerque, 781, Savassi,
3225-9973. 12h/0h (seg. a qui.); 12h/1h (sex. e sáb.); e 17h/23h (dom.). Cc.: V. Cd.: V. Cr.: V. T.: Tr. Couvert art.: R$ 1,00 (qui. e sex.) e R$ 7,00 (sáb. e dom.).
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www.cafecomletras.com.br.
Casa dos Contos
Ícone da boemia cultural: destino certo de artistas e intelectuais Inaugurada em 1975, a Casa dos Contos teve alguns proprietários antes de ser dirigida por Edmar Roque. Responsável também pela Cantina do Lucas, o empresário comanda a casa desde 1984 e sua principal característica é o investimento constante em cultura. Escritores, atores, artistas plásticos e músicos são freqüentadores do restaurante, que foi um dos primeiros a inaugurar um espaço destinado à exposição de obras de artistas plásticos. As pinturas são trocadas na primeira segunda-feira de cada mês, quando acontecem vernissages para lançamento de novas obras. A casa fez história no circuito da boemia cultural da capital, tanto que recebeu do júri de VEJA Belo Horizonte o prêmio especial tradição. Da cozinha, saem pratos simples e preparados com cuidado. A concepção do cardápio foi despretensiosa. Ao perceber o deslocamento do público do centro para a Savassi, Edmar incluiu no menu da Casa dos Contos pratos tradicionais da Cantina do Lucas e manteve sua boa relação custo-benefício. Entre as opções, há saladas, massas artesanais e carnes. A salada verde, com kani, agrião, alface, rúcula, tomate, acelga e rabanete (R$ 6,20), é uma opção para começar a refeição. Um dos pratos principais é o brochete à grega (filé em cubos, com bacon, tomate, cebola, pimentão, batatas fritas e arroz à grega), por R$ 29,30, para duas pessoas. Sobremesa: ambrosia (R$ 2,80).
Rua Rio Grande do Norte, 1065, Savassi,
3261-5853. 12h/2h (seg. a qua.); 12h/3h (qui.); 12h/4h (sex. e sáb.); e 11h30/1h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: T, V e So. T.: Cr, C, T e V. Couvert: R$ 4,80 (opcional).
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Entrega em domicílio. Aberto em 1975.
Vinnil Cultura Bar
Seleção fina: a programação inclui ritmos como chorinho, jazz e blues O misto de casa de show e bar funciona no piso superior de um sobrado da década de 40 tombado pelo Patrimônio Histórico. A programação musical é intensa e inclui ritmos como jazz, MPB, blues, chorinho, samba e instrumental. Nas terças, a banda Cadência do Samba traz Wilson das Neves, baterista de Chico Buarque. No dia seguinte, o projeto Quarta Brasil leva ao palco bandas locais com trabalhos autorais. Há um ano, as quintas são reservadas para o quarteto Briga de Galo. Às sextas os ritmos variam. Os shows começam às 21 horas nas terças e quartas, às 22h30 nas quintas e às 23 horas nas sextas e sábados. A programação caprichada garantiu ao Vinnil Cultura Bar a escolha do júri de VEJA Belo Horizonte como o melhor lugar da cidade para curtir música ao vivo. Com capacidade para 200 pessoas, o bar se divide entre a área interna e duas varandas na altura da copa das árvores. Da cozinha, saem petiscos como o pastel de angu (R$ 10,50, doze unidades) e o mineirinho, um bolinho feito de polenta (R$ 10,50, com 22 unidades). Para beber, serve chope Brahma por R$ 2,80 e cervejas nacionais e importadas. Há também dezoito tipos de coquetel, como o jack garret, preparado com uísque Jack Daniel's, sorvete de creme, Amaretto e açúcar mascavo, a R$ 11,00.
Rua Inconfidentes, 1068, sobreloja, Savassi,
3261-7057. 20h/2h (ter. e qua.); e 21h/3h (qui. a sáb.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Couvert art.: R$ 5,00 a R$ 15,00. Ar. www.vinnil.com.br. Aberto em 2004.
A Obra Bar Dançante
Shows ao vivo: destaque de uma das casas mais badaladas de Belo Horizonte No A Obra se dança a noite toda. Mas quem prefere as baladas mais tocadas das rádios não vai entender muito o que se passa na pista. Palco de bandas novas e músicos independentes, a casa completa dez anos consolidada como uma das mais conceituadas da cidade para ouvir bandas independentes e música de qualidade em estilos como o rock, a black music e os hits dos anos 80. O sucesso é tanto que o A Obra foi eleito pelo júri de VEJA Belo Horizonte o melhor lugar para dançar na capital. O nome do bar veio da maneira como o estabelecimento foi montado: seus proprietários, que queriam um espaço na Zona Sul de BH para tocar com as bandas de amigos, resgatavam material dispensado em canteiros de obras. Instalado no subterrâneo de um prédio, o pub ganhou fama por ser um dos "inferninhos" mais agitados da capital. Além de receber bandas e promover festas, a equipe da casa tornou-se produtora de eventos culturais. Alguns de seus projetos e festivais ficaram conhecidos na cidade. É o caso do festival Às Vezes Eles Voltam, quando bandas extintas se reúnem novamente. Para matar a sede, além dos 66 tipos de cervejas nacionais e importadas (R$ 2,50 a R$ 16,00), como a irlandesa Guinness, há também o capeta (vodca, guaraná em pó, limão, mel e gelo), a R$ 7,50, e o drinque que leva o nome do carismático barman, Tião, preparado com Campari, suco de limão e gelo (R$ 6,20).
Rua Rio Grande do Norte, 1168, Savassi,
3261-9431. 22h/último cliente (qua. a sáb. e véspera de feriados). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 5,00 a R$ 10,00. Calefação.
www.aobra.com.br. Aberto em 1997.
Graças a Deus
Ambiente descolado: o preferido para a azaração Quais os ingredientes essenciais de um bom bar? Foi com essa pergunta na cabeça que cinco jovens publicitários começaram a idealizar a casa que pretendiam inaugurar. Chegaram à conclusão de que a resposta para a equação boêmia seria ter doses bem medidas de petiscos caprichados, cerveja gelada, boa música e gente bonita. Foi mesclando estes ingredientes que eles inauguraram, em 2003, o Graças a Deus, eleito o melhor lugar para paquerar da cidade, de acordo com os jurados de VEJA Belo Horizonte. Dos proprietários, dois costumavam promover festas na noite belo-horizontina e outros fizeram parte do Movimento Balanço, renomado conjunto de DJs que agitava a capital. Daí vem a cara permanente de comemoração nos ambientes de paredes coloridas e decoração com fuxicos, fotos e gravuras de times de futebol. Completam o clima velas sobre as mesas e um grande balcão que estimula a conversa e fica em frente a uma janela, de onde é possível paquerar as pessoas do outro lado. O Graças a Deus foi um dos primeiros bares da cidade a investir num mix amplo de cervejas. Destaque para a canadense Maldite (R$ 39,90) e a australiana Foster (R$ 5,40). Os drinques são outro atrativo, tanto no sabor quanto na maneira de preparar. A casa contrata em São Paulo os chamados flair, barmen que fazem acrobacias enquanto elaboram bebidas. Por um momento, os olhos se desviam da busca por gente bonita para apreciar o movimento das garrafas no ar. Faz sucesso o irish car bomb, feito de cerveja, licor e uísque irlandeses, R$ 23,00. A música também recebe atenção extra. Preparados pelos proprietários, os set-lists incluem de MPB a black music e variam de estilo a cada dia. Uma boa opção de petisco é a porção de lagarto ao molho vienense (R$ 21,90).
Rua Padre Odorico, 68 (a um quarteirão do Pátio Savassi), São Pedro,
3282-6318. 19h/3h (ter. a sex.); e 16h/3h (sáb.e dom.). Couvert art.: varia de acordo com a atração. Cons. mínima: sob consulta.
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www.gracasadeus.com.br. Aberto em 2003.