Publicitário de formação, o chef e proprietário Alexandre Barros largou uma carreira já consolidada para cursar gastronomia na unidade paulistana do Senac, em 2006. Montou, no ano seguinte, o restaurante que privilegia pratos de diferentes regiões brasileiras, em especial a paraense. Com o objetivo de se assegurar do frescor e da qualidade dos ingredientes, ele vai todos os dias ao mercado Ver-o-Peso, onde compra peixes, ervas e frutas regionais. Num charmoso imóvel de dois pavimentos, decorado com gravuras que retratam músicos brasileiros como Cartola, Gilberto Gil e Noel Rosa, Barros prepara criações como o sushi de pato no tucupi empanado com farinha de Bragança (R$ 23,90, doze unidades), opção de entrada. Na sequência, ele sugere o peixe em crosta da mesma farinha, servido ao lado de risoto de tucupi com jambu e purê de batata com lascas de pirarucu (R$ 62,90, para duas pessoas). Quem prefere carne pode provar a costela bovina, que descansa na brasa por doze horas antes de ir à mesa (R$ 54,90, para duas pessoas) e harmoniza com o tinto chileno Terranoble Cabernet Sauvignon 2009 (R$ 34,90). A tortinha com massa de castanha-do-pará, no final, vem coberta de doce quente de cupuaçu e uma bola de sorvete de tapioca (R$ 14,90).
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