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28 de Maio de 2008Restaurantes
*Preços coletados até maio de 2008
• O melhor chef • O melhor oriental • O melhor da cidade • O melhor pescado • O melhor italiano • A melhor pizzaria • A melhor carta de vinhos • O melhor regional • A melhor carne • O melhor variado
Os dez melhores de 2008 Além de opinar sobre o melhor em cada especialidade,
cada jurado fez uma lista com dez restaurantes em
ordem decrescente. O primeiro recebeu 10 pontos,
o segundo 9, e assim até o décimo, com 1 ponto.
O quadro mostra o campeão e, em ordem alfabética,
as outras nove melhores mesas da capital
Veja também • Jurados
• Quadro: Os eleitos, por especialidade
Fábio Sicília
Filho do italiano Giuseppe e da mineira Jussara, Fábio Sicília herdou da mãe o talento na cozinha e, do pai, o empreendedorismo. Aos 38 anos, é dono de um bem-sucedido negócio e comanda com criatividade a cozinha do Dom Giuseppe, considerado pelo júri de VEJA Belém o melhor restaurante da cidade. Os Sicília sempre tiveram restaurantes de cozinha italiana na cidade. Em 1991, depois que seu pai morreu e sua mãe ficou doente, ele largou os laboratórios do curso de engenharia química e assumiu as empresas da família. Na época, aos 20 anos de idade, decidiu estudar enogastronomia fora do país. Formou-se como chef master no Italian Culinary Institute for Foreigners (ICIF), com sede na região do Piemonte, e freqüentou aulas na Le Cordon Bleu, na França. A bagagem técnica aliada ao talento assimilado da família fez com que Sicília atingisse a excelência. Tanto que foi reconhecido pelo júri de VEJA Belém como o chef do ano. Além do esmero e da inovação no preparo das receitas italianas, o chef abraçou há três anos a causa do slow food e se tornou o embaixador do movimento na Região Norte do país. Um dos principais conceitos da filosofia, a valorização de ingredientes regionais, é item obrigatório no cardápio e também nas palestras que dá sobre o assunto no Brasil e no exterior. A mais recente delas foi ministrada em Chicago, no mês de maio, durante um evento dedicado à cozinha brasileira. Em 2006, também foi responsável, ao lado de outros chefs brasileiros, por uma apresentação na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Além do premiado restaurante, o chef abriu uma loja da importadora Expand há dois anos e, em junho de 2008, deve inaugurar mais um espaço que vai unir o sucesso de sua gastronomia com uma extensa carta de vinhos.
O melhor da cidade
O melhor italiano
A melhor carta de vinhosBem devagarinho
Dom Giuseppe
Comer e beber: slow food e 680 rótulos de vinho na superadega O melhor restaurante da cidade. O melhor italiano. Dono da melhor carta de vinhos de Belém. Se não bastasse, o proprietário, Fábio Sicília, é considerado o chef do ano. Como se vê, o Dom Giuseppe arrebata os jurados desta quarta edição de VEJA Belém. Tantos títulos confirmam o sucesso da casa, que alia novidades e diferentes técnicas de preparo ao cardápio tipicamente italiano. Adepto do slow food, Sicília aos poucos incorpora às receitas ingredientes produzidos por pequenos produtores da região. O chocolate usado nos doces, por exemplo, é feito com o cacau de Medicilândia, no interior do Pará. A mussarela de búfala, utilizada nos antepastos e pratos da casa, vem de um rebanho de Rondon. Em um esquema semelhante, a farinha de mandioca produzida em Bragança vira matéria-prima para o cuscuz. Uma receita que exemplifica a filosofia é o família oliveira, filé com risoto baião-de-dois, feito com arroz carnaroli, de grão médio, e feijão produzido por uma colônia de Santarém. Vem acompanhado de couve e farofa de banana. O cardápio, porém, não deixa de preservar pratos e ingredientes italianos. O campeão absoluto de vendas é, por exemplo, o filé à parmigiana, cujo molho é feito com tomate italiano e servido com massa de grão duro. Entre as opções de entrada, o chef sugere o rolinho de cordeiro (massa filo, carne desfiada com molho italiano e redução de vinagre balsâmico com agridoce e ervas). Para a sobremesa, dulce paula (brownie e calda de chocolate com duas bolas de sorvete de creme, castanhas e chantilly). A carta de vinhos lista 680 rótulos, procedentes de doze países. Ao todo, a adega abriga 7 200 garrafas. Duas estrelas são o chileno Viñedo Chadwick cabernet sauvignon 2003 e o Granato teroldego 2002, produzido no nordeste da Itália. Está prevista para junho de 2008 a abertura de um espaço exclusivo, com serviço de bistrô, para os enófilos. $$
Avenida Conselheiro Furtado, 1420, em frente ao Centur, Batista Campos,
(91) 4008-0001 (112 lugares). 18h/0h (dom. também almoço 12h/15h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V. Ar.
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www.domgiuseppe.com.br. Aberto em 1991.
Picanha & Cia.
Pioneirismo: cortes especiais como o kobe beef, importado do Uruguai A competente pilotagem da churrasqueira nos encontros em família acabou se tornando um negócio bem-sucedido para Raimundo Barbosa. Há nove anos, depois de receber elogios como churrasqueiro oficial da turma, ele e a esposa, Bernardeth, decidiram abrir o próprio restaurante, considerado pelo júri de VEJA Belém o lugar que serve a melhor carne da cidade. É a quarta vez consecutiva que a casa conquista o título. Pioneiro, Barbosa é quem trouxe para Belém novidades como o kobe beef, importado do Uruguai uma vez por mês. Essa carne tem elevado teor de marmorização e maciez, já que é extraída de matrizes derivadas da raça japonesa wagyu, que tem dieta especial, com direito a cerveja, e recebe massagem. Integrantes da colônia japonesa em Belém, diz Barbosa, sempre passam por lá para experimentar a iguaria. Ela é servida em três cortes: bife de chorizo, ancho e picanha. Há outros vinte tipos de corte importados toda semana da Argentina e do Uruguai, como o assado de tira (350 gramas) e o t-bone (600 gramas), que são levados à churrasqueira temperados apenas com sal grosso. Para acompanhá-los, são servidas massas e guarnições à escolha, como os risotos de berin (lingüiça calabresa, queijo coalho e carne-seca) e de açafrão. Outra novidade da casa é o cardápio especial de petiscos, bem procurado na happy hour. São doze tipos de lingüiça, entre elas a de pernil e a de frango com ervas. Às quintas-feiras, há um rodízio de carnes de cordeiro acompanhado por um bufê. Aos sábados, a casa serve feijoada no almoço. Para completar a refeição, a sugestão de sobremesa é o creme de manga com licor de amaretto. $$
Rua Bernal do Couto, 260, esquina com a Avenida Almirante Wandenkolk, Umarizal,
(91) 3224-3343 (300 lugares). 11h30/15h e 18h30/último cliente (dom. e feriados, 11h30/último cliente). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V. Ar.
Entrega em domicílio. Aberto em 1999.
Hikari Sushi
Gastronomia moderna: sushis e sashimis em menu degustação Nove anos atrás, o serviço de entregas era o ponto forte da casa. Apenas três mesas acomodavam a clientela. Aos poucos a casa foi ganhando sucesso, e os proprietários resolveram ampliar as instalações. Hoje, o badalado restaurante é ponto de encontro dos jovens belenenses e de apreciadores da comida japonesa. Na ambientação moderninha, destacam-se elementos nas cores vermelho e preto. No piso superior, lugar mais disputado por grupos de amigos, ficam os tatames de palha e as mesas com telinha de LCD individuais. O cardápio arrisca inovações na culinária milenar. Servido diariamente, o menu degustação traz como uma das entradas o carpaccio de polvo com curry. Entre os sashimis, há fatias de buri (olho-de-boi). Há sushis de minienguia, vieira, ovas de bacalhau, entre outras. Para a sobremesa, é servida uma banana crocante com sorvete de açaí e tapioca. As criações da casa têm a consultoria do chef Koji Yokomizo, do restaurante paulistano Shundi & Tomodachi. De tempos em tempos, ele vem a Belém para participar de festivais no local e troca experiências com os sushimen da casa. Na hora do almoço, um bufê de sushis e sashimis é servido no sistema por quilo. As noites de quarta são reservadas para o rodízio de sushis e temakis. Os sashimis não estão inclusos, mas podem ser pedidos à parte. Há peixes variados, como agulhão, anchova defumada, mas o salmão ainda é o campeão de pedidos – os pescados, aliás, chegam ao restaurante duas vezes por semana. A casa foi eleita, pela quarta vez consecutiva, o melhor restaurante oriental da cidade pelo júri de VEJA Belém. $$
Avenida Serzedêlo Corrêa, 210, próximo à Avenida Braz de Aguiar, Nazaré,
(91) 3241-0328 (140 lugares). 12h/15h e 19h/0h (sáb. só jantar). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V. Ar.
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Entrega em domicílio (3241-0411). www.hikarisushi.com.br. Aberto em 1999.
Remanso do Peixe
Frutos do mar e do rio: peixe-filhote, camarão e outros itens para compor a moqueca paraense À primeira vista, quem passa pelo sobrado localizado numa pequena alameda residencial do bairro do Marco pode achar que o lugar é apenas uma residência comum. Mas o intenso movimento da casa denuncia: ali funciona um restaurante badalado que serve o melhor pescado da cidade, título conferido pelo júri de VEJA Belém pelo quarto ano consecutivo. O prato mais famoso da casa chegou até a ser patenteado pelos proprietários Carmem e Francisco da Silva Santos, e é sucesso entre moradores e turistas que vêm de longe para provar a iguaria. Trata-se da moqueca paraense, servida numa panela de ferro à mesa: é feita com camarão, filhote, patas de caranguejo, tucupi, jambu, ervas e tomate e servida com arroz branco. Pode ser dividida entre duas pessoas. Hoje, o prato é responsável por 80% dos pedidos da casa. Assim como grande parte das receitas do cardápio, a criação é de Francisco, que é paraense de Santarém, conhecida como grande produtora de peixes da região. Francisco escolhe e compra os peixes fresquíssimos, principalmente o filhote, no mercado Ver-o-Peso. No início de 2008, a cozinha do restaurante ganhou reforço com a chegada do filho do casal, Thiago Castanho, que, depois de uma temporada de estudos em gastronomia, incorporou ao cardápio novidades como o pudim de cappuccino, servido com doce de bacuri e salpicado com crocantes de chocolate, e o bacalhau à moda do remanso (lombo alto de cod gadus morhua assado com batatas ao murro, cebolas, alho e brócolis com azeite de oliva). Para a entrada, uma boa pedida é o par de casquinhas de caranguejo com farofa de castanha-do-pará. Na carta de vinhos há 65 rótulos de nove países. $$
Travessa Barão do Triunfo, 2590, casa 64, Marco,
(91) 3228-2477 (80 lugares). 12h/15h e 19h/23h (dom. e feriados só almoço a partir das 11h). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. Ar. Aberto em 2002.
Vitória
Novidade (no detalhe): cobertura de caranguejo com mussarela, cheiro-verde e azeitonas pretas Mesmo localizada a quase 30 quilômetros do centro de Belém, em Icoaraci, a pequena e simples casa atrai moradores dos quatro cantos da cidade e também turistas, principalmente no fim de semana. A qualidade da cozinha comandada pela ex-comissária de bordo paulistana Simone Morelli vale a viagem. A prova é que o restaurante levou o título de melhor pizzaria da cidade, conferido pelo júri de VEJA Belém. A história da casa começou quando Simone fazia rodadas de pizza em sua própria residência, onde tinha um forno a lenha. Sempre elogiada e incentivada pelos amigos a abrir um negócio na área, ela finalmente decidiu criar a pizzaria no pequeno distrito, onze anos atrás. No extenso cardápio que montou durante esse tempo – são cinqüenta sabores –, ela reuniu receitas tradicionais da Itália, terra natal de seus bisavós, com toques indispensáveis de ingredientes do Pará, onde vive há pelo menos vinte anos. A mais nova delas traduz essa filosofia: caranguejo com mussarela, azeitonas pretas, orégano e cheiro-verde. A pizza de camarão com jambu é uma das campeãs de venda (vem com folhas cruas da típica folha e o crustáceo é mergulhado no tucupi). Simone também gosta de citar a pizza de cogumelo seco com o pesto paraense. Diferentemente da versão italiana, que usa pinhole como ingrediente, ela prefere a castanha-do-pará. O cliente pode escolher entre massa fina e crocante, média e grossa. Além disso, há opções de bordas recheadas com cheddar e catupiry. Na carta de vinhos, serve principalmente rótulos da Casa Valdulga, de Bento Gonçalves, cuja representante na cidade é a própria Simone. Recentemente, a chef foi ao Caribe, a convite do governo do estado, para mostrar a cozinha paraense num festival gastronômico. $$
Avenida Conselheiro Furtado, 1163, próximo à Travessa Doutor Moraes, Nazaré,
(91) 3242-4141. 17h/23h15. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T. T.: Tr. Ar.
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(sob consulta) Entrega em domicílio (R$ 3,30 a R$ 6,60). Rua Quinze de Agosto (Quarta Rua), 438, Icoaraci,
(91) 3227-1687 (70 lugares). 17h/23h45 (sex. e sáb. até 0h30; dom. e feriados até 23h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T. T.: Tr.
Entrega em domicílio (R$ 3,30 a R$ 6,60). Aberto em 1997.
Lá em Casa
Embaixador da culinária local: em breve, no cardápio, macarrão de maniçoba O renomado chef Paulo Martins passou boa parte de sua vida observando a mãe, Anna Maria Martins, preparar delícias da culinária regional. Essa experiência e a incontestável herança o fizeram abrir mão da profissão de arquiteto e se dedicar exclusivamente à combinação de sabores e aromas da autêntica culinária paraense. À frente do restaurante Lá em Casa há 36 anos, Martins acabou se tornando uma espécie de embaixador da cozinha do Pará. Foi por meio de suas criações que ingredientes como jambu e tucupi, por exemplo, ganharam fama no Brasil e até no exterior. Não é à toa que o chef recebe inúmeros convites para participar de festivais gastronômicos e ministrar palestras pelo mundo afora. Por causa dessas ausências, ele decidiu, no ano passado, fechar a antiga casa, na qual podia atender 240 pessoas, e reinaugurá-la num espaço menor, com 85 lugares, e cardápio reduzido (há ainda uma unidade na Estação das Docas, com bufê e serviço à la carte). A intenção é ter mais tempo para se dedicar ao seu laboratório de criações, do qual acaba de sair um macarrão de maniçoba, a ser incorporado em breve ao cardápio. Como entrada, o chef destaca a mussuã de botequim (músculo bovino refogado com farofa), que imita o sabor da carne de tartaruga. Para o prato principal, ele recomenda o picadinho de tambaqui, servido com arroz de jambu e farofa de banana frita. Muitas das delícias que conquistaram clientes ilustres e elogios de chefs como o catalão Ferran Adrià, do El Bulli, e Alex Atala, do D.O.M., de São Paulo, ainda continuam no cardápio. É o caso do menu paraense (pirarucu grelhado, patinha de caranguejo, farofa de pirarucu, feijão-manteiguinha de Santarém, pato no tucupi e maniçoba). Para finalizar, a novidade é o mundico e zefinha (doce de cupuaçu gratinado com queijo do marajó). Nas noites de quarta a sexta, a casa promove o festival Jantando com o Chef, em que o cliente decide os ingredientes e negocia o preço do prato, feito por cozinheiros de outros estados que fazem estágio no restaurante. No almoço de segunda a sexta, a casa transforma-se no Ver-o-Pesinho, com serviço por quilo. No mezanino é mantido o sistema à la carte. A casa foi eleita pelo júri de VEJA Belém o melhor restaurante de comida regional da cidade pela quarta vez seguida. $$
Boulevard Castilho França, Galpão 2, Estação das Docas, Campina,
(91) 3212-5588 (260 lugares). 12h/0h (qui. a dom. e feriados até o último cliente). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
Couvert: R$ 6,00. Ar.
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Travessa Dom Pedro I, 546, Umarizal,
(91) 3242-4222 (85 lugares). 11h30/16h e 19h/0h (dom. só almoço 11h30/17h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Couvert: R$ 6,00 no jantar. Ar.
www.laemcasa.com.br. Aberto em 1972.
Pomme D'Or
Ambiente e tempero caseiros: 25 receitas quentes, como o cozido à portuguesa Do tempero de comida caseira até a estrutura do local, tudo é pensado para que o cliente tenha a sensação de estar em casa. Segundo a proprietária, Wania Martins, o restaurante se especializou na comida do dia-a-dia para atender o público que trabalha e não consegue almoçar em casa. A fórmula faz tanto sucesso que o local foi eleito pelo júri de VEJA Belém o melhor restaurante de comida variada. A matriz, na Avenida Generalíssimo Deodoro, fica num casarão com pé-direito alto e sustentação de madeira. Os elementos da decoração fazem referência às sedes das fazendas marajoaras, como as fotos de boiadeiros tocando o rebanho e pescadores em atividade. Na cozinha, comandada por Wânia e pelo filho, Marcelo, o trunfo é a variedade do bufê, servido com receitas caseiras – grande parte delas é da própria família. Diariamente, são oferecidos pratos com filhote, pescada-amarela, camarão, bacalhau, filé mignon e frango. São ao todo 25 receitas quentes e 25 frias, entre saladas, salpicão, sushis e sashimis. Algumas das receitas mais apreciadas pelos clientes são o cozido à portuguesa (carne cozida com frango e chouriço tipo paraná), o picadinho (carne moída com banana frita) e o camarão com pupunha e roquefort. Outra novidade é a feijoada servida aos sábados com pelo menos vinte itens, dispostos em panelas de barro. O domingo é dia de comida típica do Pará, com receitas como pato ao tucupi, maniçoba, vatapá, entre outras. A casa faz parte de um grupo gastronômico mantido por Wânia e seu marido, Alípio Martins, na capital – são sete restaurantes, entre eles o Restô La Vie en Rose e duas filiais do Pomme D'Or. $
Avenida Generalíssimo Deodoro, 1513, entre as avenidas Magalhães Barata e a Gentil Bitencourt, Nazaré,
(91) 3202-9800 (150 lugares). 11h30/15h30 (sáb. até 16h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: T e V. T.: Tr.
Ar. Avenida Governador José Malcher, 2388, loja 220, Yamada Plaza, São Braz,
(91) 3226- 1188 (200 lugares). 11h30/22h. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: T, V e Cartão Yamada. T.: Tr.
Ar. Rua Padre Eutíquio, 1078, Espaço Gourmet Yamada, Shopping Iguatemi, Batista Campos,
(91) 3250-5926 (300 lugares). 12h/22h. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: T, V e Cartão Yamada. T.: Tr. Ar. Aberto em 1996.