Instalado em uma casa antiga, com paredes descascadas e um inegável ar retrô, bem em frente ao museu de gemas de quem emprestou o nome, o barzinho tem programação diversificada: às quintas, sarau com poetas do Instituto Extremo Norte. Sexta é dia de voz e violão, enquanto os sábados chegam com samba de raiz. Fechando o fim de semana, MPB e carimbó dão o tom dos domingos. No cardápio, petiscos como o pirarucu do matraca, iscas fritas com farofa (R$ 25,00), charque com macaxeira e farofa (R$ 22,00) e pizza de charque (R$ 20,00, oito pedaços) vão muito bem com cerveja Skol (R$ 4,50) e Brahma (R$ 4,30).
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.