Embora as primeiras pizzas comecem a sair dos três fornos a lenha somente quando a noite cai, o trabalho na cozinha tem início bem antes disso. Todos os dias, às 15h, a brigada se coloca a postos para preparar a massa, que exige três horas de descanso antes de ser aberta, e separar os ingredientes que vão compor as coberturas. Das sessenta combinações, a parma traz uma camada de mussarela sobre a qual se dispõem presunto cru, tomate seco e rúcula (R$ 53,00). Entre as demais receitas estão a de palmito cortado em rodelas e coberto por catupiry (R$ 54,80) e a baiacatu, que leva calabresa moída (R$ 49,00). Tudo é preparado com a chancela do pizzaiolo José Claudio Cardoso, na casa desde a inauguração. Precede as redondas o antepasto de berinjela refogada no azeite com pimentão, servido na companhia de disquinhos crocantes de massa de pizza (R$ 25,00). A bonita adega, que separa o bar do salão, guarda aproximadamente mil garrafas de vinhos. São 130 rótulos, com predominância de bebidas italianas, a exemplo do toscano Bonacchi Chianti Gentilesco DOCG (R$ 66,00) e do vêneto Masi Valpolicella Classico Bonacosta (R$ 103,00).
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.